A verdadeira essência do Salmo 23

A VERDADEIRA ESSÊNCIA DO SALMO 23 O Salmo 23 é, certamente, o preferido de toda a Cristandade, porque aclamado como o mais belo de todos os Salmos. Incontáveis são as residências, os estabelecimentos comerciais, os hospitais, as escolas, os veículos e até mesmo os jazigos, que ostentam ao menos um Versículo deste Salmo. O autor desta preciosidade é Davi, o mais célebre rei de Israel, que antes de se tornar rei era um desvelado e destemido pastor de ovelhas. Quem ler o texto do Primeiro Livro de Samuel 17:34-36, convencer-se-á de que o salmista e rei Davi era mesmo digno de possuir o título de Pastor, tanto natural quanto espiritualmente, na verdadeira acepção da palavra, o que o coloca, portanto, em total oposição aos pastores descritos em Jeremias 23:1-4, que inclui, também, os hodiernos. Sobre ele, Deus diz: “Achei a Davi, filho de Jessé, homem segundo o meu coração.” (1Sm.13:14; At.13:22) A beleza e a magnitude do Salmo 23 são mesmo de encher os olhos e a alma; porém, a má interpretação por parte de algumas pessoas tem, lamentavelmente, causado o desvio da verdadeira essência deste O Salmo 23 (ou, pela numeração da Septuaginta, o Salmo 22) é atribuído ao Rei David, conforme a tradição judaica, David teria escrito este Salmo quando estava cercado num oásis, à noite, por tropas de um rei inimigo, daí o Salmo inserir tamanha confiança na Providência Divina contra os inimigos. Na tradição católica, o Salmo é rezado para afastar perigos e perseguições, sendo uma das orações mais poderosas. Alguns especialistas judaicos afirmam que há elementos cabalísticos em sua recitação em hebraico. É considerado o mais conhecido Salmo bíblico[1][2]. Uma das possíveis traduções para o português é:[3] David era o irmão mais novo, entre os numerosos filhos de Jessé. O pai escolheu-o para pastor. David, conforme relato bíblico,(Livro de Samuel) quando possuído pelo Espírito Santo, matava as feras para defender as ovelhas do seu rebanho. Daí a forte referência pastoril em "O Senhor é meu Pastor". Existem várias referências ao pastor e às ovelhas na Bíblia. Interessante pensar nas condições e locais da época assim como as ferramentas do pastor: • águas de descanso - pequenas lagoas onde as ovelhas bebem água. • vara - usada para enfrentar e afugentar animais selvagens. • cajado – usado para puxar as pernas das ovelhas quando se prendem ou içá-las quando caem. • óleo – azeite usado para tratar os ferimentos das ovelhas.

sábado, 17 de julho de 2010

O Patriarca do G-12

O Patriarca do G-12




Tenho um profundo respeito por diversos pastores e crentes do movimento celular no modelo dos 12 (o G-12, como ficou popularmente conhecido no Brasil). Não sou adepto deste movimento, nunca fui ao “Encontro”, não sigo este método de trabalho, minha igreja não adota este modelo. Mas, respeito o trabalho destes irmãos em Cristo, embora discorde de alguns pontos. Como em qualquer movimento evangélico, há erros e acertos, exageros e equilíbrio, gente séria e manipuladores. No G-12 não é diferente. Há pessoas sérias a quem respeito e por isso não vou comentar as minhas opiniões divergentes.
Esta semana fiquei surpreso ao receber por e-mail a notícia de que o Apóstolo Renê Terra Nova agora é Patriarca, título semelhante ao de Abraão. Foi reconhecido por sua igreja e houve um ato profético do manto sacerdotal, em cor púrpura, sobre a vida do casal de apóstolos. Leia a notícia no portal www.creio.com.br
Onde é que nós vamos chegar com isso hein? Até que ponto esta banalização de títulos é saudável para a Igreja Brasileira? Seria fruto de um resgate de todos os dons ministeriais registrados na Bíblia (como apregoam alguns) ou apenas conseqüência da vaidade dos líderes evangélicos? Será que ninguém mais se orgulha de ser chamado de Pastor? Estamos vendo um festival de apóstolos, bispo primaz e agora, Patriarca (existe este dom ministerial na Bíblia???). Fala sério, meus irmãos. Precisamos resgatar a simplicidade do evangelho, o desejo de ser apenas Servos de Deus.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Vencedor ou Vítima?


Ao longo da vida enfrentamos uma série de situações diferentes, mas em todas elas a atitude que escolhemos tomar será sempre fundamental para o sucesso ou derrota em nossas vidas. Somos na verdade nós que escolhemos se seremos vencedores ou vítimas. Pois isso não tem tanto a ver com as circunstâncias em si, que podem mesmo ser terríveis, mas tem a ver sim, com a nossa atitude diante delas.

A Bíblia tem muito a nos ensinar sobre isso, vejamos por exemplo o episódio ocorrido com Davi e seus homens, descrito em 1 Samuel 30.1-3:

"Quando Davi e seus soldados chegaram a Ziclague, no terceiro dia, os amalequitas tinham atacado o Neguebe e incendiado a cidade de Ziclague. Levaram como prisioneiros todos os que lá estavam: as mulheres, os jovens e os idosos. A ninguém mataram, mas os levaram consigo, quando prosseguiram seu caminho. Ao chegarem a Ziclague, Davi e seus soldados encontraram a cidade destruída pelo fogo e viram que suas mulheres, seus filhos e suas filhas tinham sido levados como prisioneiros."

Davi sente profundamente a dor daquela situação caótica. "Então Davi e seus soldados choraram em alta voz até não terem mais forças. " v.4

A situação fica ainda pior para o líder . "Davi ficou profundamente angustiado, pois os homens falavam em apedrejá-lo;"v. 6 a

Davi sofre a sua própria dor, a dor dos seus liderados e agora a pressão da sua posição de líder que passa a ser acusado injustamente. A dor e a amargura cega as pessoas. "todos estavam amargurados por causa de seus filhos e de suas filhas."6b

Temos duas atitudes ou reações a tomar diante de situações como estas e ambas as opções estão descritas neste episódio bíblico.

a) A atitude de VÍTIMAS - Os homens de Davi se deixaram dominar pelo caos e por toda gama de sentimentos gerados pelo mesmo, o que incluiu rebelião, injustiças, murmuração, vitimização e consequente falta de reação para tentar enfrentar a situação.

b) A atitude de VENCEDOR - Davi optou em resistir e reagir positivamente a todo o quadro de aparente derrota descontrolada.

Como vencedor Davi fez duas coisas:
Primeiro, ele fortaleceu-se no Senhor ou se encorajou no Senhor. "Davi, porém, fortaleceu-se no SENHOR, o seu Deus."6 c.
A oração e o derramar do coração na presença do Senhor. Ele certamente fez uma exposição de toda a situação na presença do Senhor. Nesse fortalecer e reanimar no Senhor está o renovar das forças e a obtenção de coragem para continuar a vida, isso já é vitória em si mesmo.

Segundo, ele buscou a direção do Senhor para aquele decisivo momento de sua vida. (vide versículo 7-8)

Esse buscar de Davi pode ser dividido em três passos, a saber: o passo da fé -A confiança na soberania de Deus, Davi buscou a presença do Senhor exercitando a fé. O passo do compromisso - para cumprir a missão ou o propósito recebido. Ele se manteve à frente daqueles homens (v. 9-10). E o passo da ação - para colocar em prática a vontade e estratégia do Senhor. Ele confiou, ele agiu, ele foi à luta batalhou e venceu.

Quando buscamos a direção do Senhor seguimos no caminho da vitória.
Ninguém pode derrubar você a não ser que você permita, a nossa atitude é responsabilidade nossa.
Diante dos problemas que nos chegam sempre teremos a opção de nos deixar dominar pelas circunstâcias e permitir que elas nos derrubem, nos transformando em vítimas ou reagir e assumir pela graça o controle sobre a nossa própria atitude diante da vida na total dependência do Senhor.
Davi nos ensina aqui a fazer sempre a segunda opção, nos lembrando que toda vitória dos servos do Senhor estava baseada em uma atitude pessoal vitoriosa.
Davi venceu, sua liderança passou por uma grande prova, mas a Bíblia diz v. 19 "...Davi recuperou tudo".
Mas tudo começou quando ele decidiu não ser vítima, mas vitorioso no Senhor. Pois... "Davi, porém, fortaleceu-se no SENHOR, o seu Deus."6 c.
Essa deve ser a nossa opção também.

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Deputados Assinam Emendas sem saberem o que estão assinando

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terça-feira, 13 de abril de 2010

PASTOR WESLEYANO É SECRETÁRIO ESTADUAL DE AÇÃO SOCIAL

PASTOR WESLEYANO É SECRETÁRIO ESTADUAL DE AÇÃO SOCIAL


O Pastor Sebastião Calegari Filho, titular da IMW Central de Porto Velho (RO), foi empossado na última quinta-feira (08/04) como o novo Secretário de Estado de Assistência Social em Rondônia, no Norte do País. A posse aconteceu no auditório do Tribunal de Contas do Estado. Na foto, o Governador João Cahulla assinando o termo de posse do novo secretário.Veja a notícia no site oficial www.rondonia.ro.gov.br/noticias.asp?id=10461&tipo=Mais%20Noticias



Entre as muitas atividades, Calegari Filho é o atual Secretário Geral de Ação Social da IMW, Presidente do Conselho Estadual de Pastores Evangélicos de Rondônia e Tesoureiro Nacional do FENASP (Fórum Evangélico Nacional de Ação Social e Política) .

A fidelidade de Deus é algo tremendo, parabéns pastor Calegari, levando a nossa IMW aos altos escalões do estado de rondônia.

quarta-feira, 24 de março de 2010

AÇÃO SOCIAL EM AÇÃO


AWAS ASSOCIAÇÃO WESLEYANA DE AÇÃO SOCIAL DE CATAGUASES, AGORA É UMA REALIDADE.

CNPJ:11514461/0001-07 - DE RECONHECIMENTO DE UTILIDADE PÚBLICA

ENTIDADE CRIADA COM O projeto de promoção da cultura, Educação gratuita, promoção da Assistência Social, e daqueles que buscam a promoção do voluntariado, a pesquisa, o bem estar do ser humano e a inclusão social dos menos favorecidos. Segundo a mesma, a ASSOCIAÇÃO WESLEYANA DE AÇÃO SOCIAL, levará a termo o principal objetivo que será o desenvolvimento e o aprimoramento das bases sociais através da cultura e da educação. Ressalta também o caráter humanitário da associação que agora diante do quadro de desinformação, alienação educacional e analfabetismo, o surgimento da ASSOCIAÇÃO WESLEYANA DE AÇÃO SOCIAL, vem somar com outros, esforços já iniciados no campo da Cultura, Educação e Defesa do Patrimônio Histórico e em direção ao desenvolvimento de projetos maiores cuja amplitude se fará perceber através dos resultados conquistados a cada dia.

terça-feira, 23 de março de 2010

Apenas Medite

O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse.
-Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.

-Ruim, disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.

Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
-Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

-Qual é o gosto?

-Bom, disse o rapaz.

-Você sente o gosto do sal?' perguntou o Mestre.

-Não, disse o jovem.

O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

-A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a

única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta.

É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:


É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago.

LIDERANÇA PASTORAL

Começando bem e terminando mal?

Um domingo, depois de dirigir o culto em sua igreja como fazia há anos, pastor Mario entrou em seu estúdio, fechou a porta, rasgou seu certificado de ordenação, jogou as chaves da igreja numa gaveta e se foi, para nunca mais voltar ao ministério.

O pastor João serviu à sua igreja fielmente por mais de trinta anos. No entanto, nos últimos anos ele simplesmente cumpria sua obrigação “profissional” de pastor, pregando os mesmos sermões de anos atrás, dando os mesmos conselhos enferrujados e contando os anos até sua aposentadoria.

O caso do pastor José é mais dramático. Um dos promissores talentos da denominação, criado numa pequena cidade do interior, ele tinha se formado com dificuldades no seminário. No ministério demonstrou grande potencial. Aos poucos sua igreja crescia e seu ministério prosperava. Foi uma surpresa quando seu deslize moral foi descoberto. Foi ainda maior a surpresa quando ele recusou o processo de disciplina da denominação e anunciou que iria se “auto-disciplinar”. Hoje ele trabalha de vendedor ambulante, completamente afastado de qualquer atividade ministerial sem sequer congregar-se.

Os nomes dos pastores acima são fictícios, mas eles representam o que acontece em igrejas e ministérios cristãos em todo o mundo. Robert Clinton cita em seu livro A Escalada de um Líder, que 70% dos ministros do evangelho desistem no meio do caminho e não completam sua carreira.

Este não é o plano de Deus para os homens e mulheres que Ele chamou para a nobre tarefa de comunicar a verdade eterna do Evangelho. A expectativa de Deus é de que como Paulo, cada homem ou mulher que tem um encontro pessoal com ele, envolva-se imediatamente na obra de proclamar as boas notícias reveladas neste encontro. Paulo começou bem sua carreira cristã. Deus também espera que possamos chegar ao fim de nossa vida dizendo como Paulo: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé” (2º Tm 4.7).

O que leva homens e mulheres de Deus, que conhecem as verdades da Palavra e provaram a Sua presença a abandonarem tudo e fazerem escolhas egoístas que destroem seu legado de fé? Basta perguntar a Salomão. Ele é o exemplo do líder que começou bem, mas terminou em desastre. Sua caminhada começou no poder de Deus, mas terminou na idolatria e corrupção. Depois da sua morte, o Reino se dividiu e Israel nunca mais foi o mesmo.

O que aconteceu com o homem mais sábio da Terra? Ele esqueceu o que ele mesmo havia escrito e tornou-se um néscio. O mesmo homem que escreveu “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria” (Pv 9.10) foi o autor de “Vaidade de vaidades, tudo é vaidade” (Ec 1.2). O Sábio de Provérbios tornou-se o néscio de Eclesiastes.

O primeiro passo na queda de Salomão se deu no momento em que ele deixou de ouvir e aprender. Em algum ponto da glória e prosperidade ele chegou à conclusão de que já havia aprendido tudo. Um fato da vida é que no momento que deixamos de usar uma parte de nossos corpos, ela começa a definhar. No instante em que Salomão parou de aprender, sua sabedoria começou a encolher.

À medida em que a sabedoria ia murchando, o caráter do rei começou a definhar também. Logo, ele deixou de viver por suas convicções e se deixou influenciar pelas esposas com as quais ele havia casado por conta de acordos de política externa. Elas trouxeram ao palácio real não somente suas riquezas e cultura, mas também seus deuses e crenças, que logo começaram a infectar o caráter enfraquecido do rei. “Já não há lembrança das gerações passadas; nem das gerações futuras haverá lembrança entre os que virão depois delas” (Ec 1.11). Salomão agora perde de vista seu legado e contribuição ao projeto maior de Deus.

No final do período de ditadura militar no Brasil, um Presidente da República pediu à nação que o esquecesse. O Brasil atendeu a seu pedido. Quase ninguém se lembra dele nem de seu legado.

Salomão chegou a crer que seria esquecido e se esqueceu do legado que foi chamado a deixar para as gerações futuras. Ele investiu em pactos internacionais, num templo e num suntuoso palácio. Nenhuma destas obras resistiu ao tempo.

O processo de atrofia espiritual de Salomão culminou com a perda da relação de intimidade que uma vez ele gozara com Deus. No começo de seu reinado, Deus se manifestou ao rei diretamente em duas ocasiões. Ao chegar ao final de sua vida, seu coração se desviou de seu Deus.

A queda de Salomão foi um processo insidioso, como um câncer que não aparece até que seja demasiado tarde. Não precisamos acabar como Salomão ou como os pastores do início deste texto. Para isto precisamos estar alertas agora, enquanto “pensamos estar de pé” (1º Co 10.12), ouvindo, aprendendo e vivendo por nossas convicções e na força de um caráter moldado pelo Espírito Santo.

Nunca podemos esquecer de que nosso legado é eterno. Somos parte de um plano maior de Deus que durará para além de nossas existências. E finalmente, não podemos deixar que nada nos afaste de nossa relação de intimidade com Deus. Para isto, podemos aprender com Paulo, que terminou bem. Quando ele falou aos cristãos de Éfeso em sua última visita àquela igreja, afirmou: “Em nada tenho a minha vida como preciosa para mim, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” At 20.24.